<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>+cinema+web+música+mimimi</description><title>Diego Sapia Maia</title><generator>Tumblr (3.0; @diegosapiamaia)</generator><link>http://diegosapiamaia.com/</link><item><title>Woodkid - Run Boy Run</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="281" src="http://player.vimeo.com/video/42615527" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vídeo do ano? Dica do Diogo Valim.&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/23562313993</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/23562313993</guid><pubDate>Tue, 22 May 2012 17:57:54 -0300</pubDate><category>woodkid</category><category>vídeo</category><category>run boy run</category><category>música</category><category>music</category></item><item><title>Sónar SP: 18 minutos de Mogwai, 33 de James Blake, 43 de Four Tet, 8 de Justice... </title><description>&lt;p&gt;Tudo lá no &lt;a href="http://www.youtube.com/user/sonarsaopaulo?feature=watch" target="_blank"&gt;canal do festival no YouTube&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/0Frhoc0my3Q" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/NygFMINWtUo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/OCsBb-GGDqo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/tpG4zbsotbY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/23051085992</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/23051085992</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 16:32:06 -0300</pubDate><category>vídeos</category><category>festival</category><category>música</category><category>sónar</category><category>justice</category><category>mogwai</category><category>james blake</category><category>four tet</category></item><item><title>Infográfico: (You Gotta Fight) For Your Right (To Party!)</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://degenerandoneuronios.tumblr.com/post/22723305966/infografico-you-gotta-fight-for-your-right-to" target="_blank"&gt;degenerandoneuronios&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://media.tumblr.com/tumblr_m3ro1iOeFC1qzxp4j.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada um dos pontos do infográfico representa um trecho da letra da música e cada cor corresponde a um determinado MC do trio. Acompanhem tudo com o áudio de “(You Gotta Fight) For Your Right (To Party!)”.&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/eBShN8qT4lk" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/22723821141</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/22723821141</guid><pubDate>Wed, 09 May 2012 15:00:00 -0300</pubDate><category>beastie boys</category><category>you gotta fight for your right to party</category></item><item><title>Quem é SILVA?</title><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;img align="middle" alt="CRÉDITO: Rodrigo Esper" src="http://media.tumblr.com/tumblr_m3qgrrhyhi1qb2q0d.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Isto não é exatamente uma entrevista. Chame como quiser: de bate-papo, conversa, troca de e-mails descompromissada, perda de tempo. De qualquer coisa, menos entrevista.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Minha intenção ao mandar o primeiro e-mail para o capixaba Lúcio Souza, 23 anos - o cara por trás do &lt;a href="https://www.facebook.com/listentosilva" target="_blank"&gt;SILVA&lt;/a&gt;, um projeto-de-um-homem-só que me chamou a atenção em 2011 - era apenas ter uma ideia de &lt;em&gt;quem diabos&lt;/em&gt; ele era. O &lt;a href="http://soundcloud.com/silvasilva" target="_blank"&gt;EP&lt;/a&gt; lançado em meados do ano passado foi &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2011/10/07/silva-silva-ep.htm" target="_blank"&gt;bastante&lt;/a&gt; &lt;a href="http://soma.am/review/silva--silva-ep" target="_blank"&gt;comentado&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://www.hominiscanidae.org/2011/10/silva-silva-ep-2011.html" target="_blank"&gt;sites e blogs &lt;/a&gt;dedicados a música independente. Mas faltava saber algumas coisas sobre o dono do negócio. Quem ele era, de onde veio, o que ele fez até ganhar elogios de tanta gente boa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Trocamos alguns e-mails em fevereiro e março, pouco depois d’ele ser confirmado como uma das atrações do &lt;a href="http://www.sonarsaopaulo.com.br/pt/2012/prg/sch/?day=2" target="_blank"&gt;Sónar SP&lt;/a&gt; (e antes dele entrar para a &lt;a href="http://www.slap.mus.br:81/" target="_blank"&gt;Slap&lt;/a&gt;). E maio, já próximo do festival, me pareceu ser o melhor momento para compilar esse papo e dividi-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;O primeiro show do SILVA em São Paulo acontece no sábado, 12 de maio (&lt;a href="http://soundcloud.com/silvasilva/12-de-maio" target="_blank"&gt;bela coincidência!&lt;/a&gt;), às 17h, no SónarHall. Desnecessário dizer que recomendo muito.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Sei que você estudou música desde cedo, mas poderia me contar desde que idade, exatamente? Por quais instrumentos você passou até notar essa predileção pelo violino? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comecei a ser musicalizado aos dois anos. Meu primeiro instrumento foi a flauta, depois o violino, quando fiz seis anos, e logo depois o piano. Os outros instrumentos eu não estudei formalmente, só pegava informações com os amigos e tocava em casa mesmo. Iniciei por uma escolinha de música para crianças e depois na adolescência entrei na escola de música do Estado onde estudo até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="no" height="166" scrolling="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F24666485&amp;amp;auto_play=false&amp;amp;show_artwork=true&amp;amp;color=ff0039" width="100%"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Quais instrumentos você sabe tocar hoje? &lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Violino e piano são os instrumentos que eu estudei por mais tempo, mas me arrisco com a guitarra, violão, violoncelo. Vou tentando e quando não consigo peço ajuda a quem já sabe.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;O que você ouvia quando era moleque, 12, 13 anos, em casa?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Como sou o filho caçula, ouvia muito o que meus irmãos ouviam, um pouco de Tom Jobim, Chico Buarque, Legião Urbana, bastante música brasileira mesmo. Também nessa época, um dos meus tios, que é pianista, me ensinou muita coisa sobre música. Ouvia bastante os discos da Martha Argerich e do Nelson Freire. Diria que foi uma mistura boa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Com que idade você começou a se apresentar profissionalmente como músico? Lembra da primeira composição?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Na adolescência, com uns 15 anos. Tive minha fase de querer ser solista e tocar aqueles concertos difíceis pra violino, mas isso passou quando comecei a tocar nas bandas de amigos. Minha primeira composição aconteceu nessa época.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Como foi que, de músico com formação &amp;#8220;clássica&amp;#8221;, você passou a flertar com sons eletrônicos?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Acho que fiquei interessado nas aulas de música moderna da escola, mas só tomei gosto mesmo quando morei fora do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="no" height="166" scrolling="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F24669274&amp;amp;auto_play=false&amp;amp;show_artwork=true&amp;amp;color=ff0039" width="100%"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Quais artistas de eletrônica te chamaram a atenção quando você tomou gosto por ela?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Comecei a conhecer mais quando morei na Irlanda, fui a alguns festivais de música e ouvi um dubstep pela primeira vez, ouvi umas coisas do Burial e fiquei muito impressionado. Depois voltei para o Brasil e fui muito influenciado pelo &lt;a href="http://soundcloud.com/andrepaste" target="_blank"&gt;André Paste&lt;/a&gt;, que me mostrou algumas outras vertentes de música eletrônica, música de gueto e depois quando vim produzir com o (Lucas de) Paiva no Rio conheci coisas ainda mais modernas. O disco que mais gostei do ano passado foi o do &lt;a href="http://soundcloud.com/kuedo" target="_blank"&gt;Kuedo&lt;/a&gt;, acho que ouvi aquele disco muitas vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Li algo sobre sua experiência no exterior, tocando em bandas em Dublin. Como foi? Quanto tempo ficou por lá? &lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Foi sim, eu fui pra Dublin para passar alguns meses e cheguei lá no auge da crise econômica. Conheci um baterista brasileiro que sabia de uma banda que estava a procura de um violinista e essa banda (&lt;em&gt;Captain Magic&lt;/em&gt;) tocava na rua. Os caras eram bons músicos, cada um de um país diferente e todo dia nós levávamos os instrumentos para a Grafton Street e tocávamos por algumas horas. Vivíamos disso, tocávamos em alguns pubs da cidade e em festivais também. Acho que foi a melhor época da minha vida, no verão tocávamos quase todos os dias para uma praça cheia de pessoas sentadas ouvindo a música.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Quando o EP começou a ser gestado?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Em Dublin mesmo, quando voltava pra casa com várias idéias na cabeça. Pegava o computador e gravava sem muito recurso. Foi quando fiz &lt;em&gt;A Visita&lt;/em&gt;, que acabou tendo bastante influência irlandesa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe frameborder="no" height="166" scrolling="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F24668501&amp;amp;auto_play=false&amp;amp;show_artwork=true&amp;amp;color=ff0039" width="100%"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Como foi que você encontrou o Lucas de Paiva? Como produtor, o que ele trouxe ao seu trabalho? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Eu voltei para o Brasil e uma demo com músicas minhas foi parar na mão de um produtor do Rio e esse produtor me apresentou ao Lucas. O Paiva me mostrou muita música boa e nova pra mim e me ajudou a não ter medo de arriscar. Ele co-produziu e mixou esse EP.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;E o &lt;a href="http://www.discogs.com/artist/Matt+Colton" target="_blank"&gt;Matt Colton&lt;/a&gt;, que masterizou o disco, como veio parar na história?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;O Paiva tinha ouvido falar dele quando estudou em Londres e resolvemos entrar em contato. Ele tem feito trabalhos muito bons e eu fiquei bem feliz com o resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Uma das coisas mais curiosas que notei ao ler as resenhas sobre o EP foi a salada de referências e artistas que alguns críticos julgaram similares ao seu som, de Marcelo Camelo e Thiago Pethit (creio que pelo tom da sua voz) a Owen Pallet (violino&amp;#8230;) e Washed Out. Como se tentassem classificar um som que é bastante diferente do pop que é feito no Brasil hoje. Como você encara isso? Você de fato ouve esses caras citados como similares?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;Ouvi muito Los Hermanos quando estava no ensino médio e com certeza eles influenciaram o meu som. Desses que você citou, quem eu ouvi de uns tempos para cá e conheci bem o trabalho é o Owen Pallet. Fui a um show dele quando morava em Dublin e fiquei impressionado com tanto talento.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;E o show no Sónar São Paulo? Quantas pessoas estão na banda e como andam os ensaios?&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;O line-up do festival é incrível, fiquei muito honrado com o convite. Seriam três músicos, mas vão acabar sendo quatro, para podermos fazer um som bem parecido com o do disco. Os ensaios estão indo bem, estou otimista e feliz com o resultado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;[Atualização 14/5/2012: Lúcio tocou acompanhado apenas de um baterista, uma &amp;#8220;nova configuração&amp;#8221; da banda que estreou ao vivo um dia antes do show no Sónar]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/22692910006</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/22692910006</guid><pubDate>Wed, 09 May 2012 00:35:00 -0300</pubDate><category>silva</category><category>música</category><category>papo</category><category>sónar</category><category>festival</category></item><item><title>"This is the record, with no fucking single!"</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pKNmLMs7ugw" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que Adam MCA Yauch descanse em paz :~&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/22390942590</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/22390942590</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 15:06:56 -0300</pubDate><category>beastie boys</category><category>paul's boutique</category><category>adam yauch</category><category>mca</category><category>rip</category><category>video</category><category>music</category><category>música</category></item><item><title>Dylan, finalmente</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/vJBpAIu84BY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não vi Bob Dylan em 2008 (nem 1998, 1991, 1990&amp;#8230;). As reações de quem pagou a pequena fortuna pedida na época, até onde me lembro, foram de decepção. Reclamavam da voz &amp;#8220;envelhecida e capenga&amp;#8221;; dos arranjos novos para velhos sucessos, irreconhecíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2012 eu perderia novamente a oportunidade de vê-lo graças ao preço dos ingressos. Por sorte, a turnê passou por São Paulo uma semana depois do meu aniversário. Eu esperava um fracasso, uma decepção como a dos amigos de 2008. Mas este acabou se tornando um dos presentes mais legais que já me deram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É tudo uma questão de entender que um artista não precisa saciar desejos mais imediatos do público. Dylan tem cinco décadas de controvérsia nas costas, e parte dessas &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Electric_Dylan_controversy" target="_blank"&gt;pendengas&lt;/a&gt; surgiram porque ele tinha fãs que não esperavam rupturas do sujeito. Por que ele abandonaria essa postura hoje, quando não tem absolutamente nada a perder?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os arranjos para seus velhos hits são (quase) irreconhecíveis para quem só o ouviu em discos, mas fazem muito sentido para quem conhece a sua história. O show atual é praticamente blues-rock, elétrico, nada acústico (em certo momento há quatro guitarras no palco).  A voz, tão criticada, soa como parte do pacote de reinvenção de seu repertório. Dylan canta quando &lt;a href="http://youtu.be/k2sYIIjS-cQ" target="_blank"&gt;quer&lt;/a&gt;*, sim. Hoje, na maior parte do tempo, declama. Eu só não vejo o porquê disso ser um grande problema: é assim que ele &lt;em&gt;quer&lt;/em&gt; ser visto e ouvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem Dylan estava especialmente feliz. Dançou um pouquinho, se divertiu ao se dividir entre guitarra, gaita e teclado e sorriu para a plateia (para deleite dos produtores. Você sabe como é: se artista não sorri ou não cumprimenta público no Brasil, ganha estrelinhas a menos nas resenhas burocráticas do dia seguinte).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei se o semblante feliz era gratidão por conta da recepção calorosa que ele teve no Credicard Hall.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra mim, faz mais sentido pensar que o sorriso do sujeito, ontem, era o reflexo de se ter alcançado os 70 anos em turnê fazendo o que bem entendesse. E isso sempre é algo bom de se ver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Obrigado pelo link, &lt;a href="https://twitter.com/#!/mrguavaman" target="_blank"&gt;Rogério&lt;/a&gt;!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/21601693760</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/21601693760</guid><pubDate>Sun, 22 Apr 2012 18:38:00 -0300</pubDate><category>bob dylan</category><category>credicard hall</category><category>música</category><category>music</category><category>live</category><category>show</category></item><item><title>The Vaccines ao vivo</title><description>&lt;p&gt;O pior da banda:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/djZgcrpTXjI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O melhor da banda: &lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/51zbd8aUc0E" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;Eu só havia visto o Vaccines em uma situação completamente desfavorável, que os intimidou (abrindo para Arcade Fire no Hyde Park, 70 mil pessoas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem, para 1200 , eles se mostraram tão à vontade que a má impressão meio que se desfez, ainda que eles continuem a soar como uma boa banda cover à procura de uma identidade forte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E juro que não é implicância: sério que as músicas nova soam assim, meio Strokes? &lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/21377094835</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/21377094835</guid><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 08:57:54 -0300</pubDate><category>vaccines</category><category>cine joia</category><category>show</category><category>music</category><category>musica</category><category>live</category></item><item><title>Casamento Civil Igualitário</title><description>&lt;p&gt;A seção de perguntas e respostas do site &lt;a href="http://casamentociviligualitario.com.br/" target="_blank"&gt;Casamento Civil Igualitário&lt;/a&gt; - a &amp;#8220;casa&amp;#8221; da brava e necessária campanha do deputado Jean Wyllys - é DIVERTIDÍSSIMA. Também é tão didática que serve até para explicar a importância do casamento igualitário àquela sua tia reaça que leu alguns argumentos falaciosos no blog do Reinaldo Azevedo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aí, seu cachorro fala português?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A íntegra, retirada de lá:&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Questões e Respostas&lt;/h2&gt;
&lt;div class="postbg"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;TEXTO: &lt;a href="http://www.brunobimbi.com.ar/" target="_blank"&gt;BRUNO BIMBI&lt;/a&gt; (*)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A finalidade do casamento é a procriação”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. Se assim fosse, o casamento deveria ser proibido às pessoas estéreis, aos anciãos e às mulheres depois da menopausa. Seria necessário se instaurar um exame de fertilidade prévio e cada casal deveria jurar que vai procriar, sob pena de nulidade se não assim não fizer num certo prazo. Por outro lado, muitos casais de lésbicas recorrem a métodos de fertilização assistida e tem muitos gays com filhos, naturais ou adotivos. Mas a finalidade do casamento é outra: as pessoas se casam porque se amam, têm um projeto de vida em comum e querem receber a proteção da lei. Algumas pessoas casam e nunca procriam, porque não podem ou não querem, enquanto outras têm vários filhos sem casar nunca.&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A legalização do casamento gay vai destruir a família”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-1"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. A legalização do casamento gay vai incluir milhares de famílias que hoje estão excluídas. Essas famílias vão receber a proteção do Estado e o reconhecimento jurídico — e também simbólico — de uma instituição que, além de assegurar uma séria de direitos civis, sociais e econômicos fundamentais, tem efeitos ordenadores em nossa cultura. A Constituição brasileira deixa em claro que a finalidade do casamento civil é a proteção da família. E essa proteção e o direito de todas as pessoas a contrair matrimônio são reconhecidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (art. 16), pela Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem (art. VI), pelo Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (art. 23), pela Convenção Americana sobre direitos humanos (art. 17) e pelo Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (art. 10), de modo que a proibição do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo é uma violação ao direito humano a contrair matrimônio e ao direito humano a receber a proteção estatal para a família. Existem milhares de famílias formadas a partir da união de dois homens ou de duas mulheres, que não estão recebendo a proteção que o Estado é obrigado a garantir. A partir da legalização do casamento gay, essas famílias serão incluídas, sem que isso prejudique de forma alguma as famílias formadas a partir da união de homem e mulher. Muitos ganham, mas ninguém perde.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Deus criou o homem e a mulher para que se unam. O casamento gay vai contra o plano de Deus”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-2"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— No Brasil, como no resto do mundo, tem pessoas que acreditam em Deus e tem outras que não acreditam. Alguns acreditam num único Deus, outros em vários deuses e em outras entidades. Tem pessoas que acreditam no mesmo Deus, mas de formas diferentes. E tem pessoas que, a partir da própria fé, leem e interpretam os textos sagrados de suas religiões — por exemplo, a Bíblia — de diferentes maneiras. Há muitos debates teológicos sobre o que esses textos dizem — ou não dizem — a respeito da homossexualidade. Todas as crenças são legítimas e devem ser respeitadas, mas não devem interferir no debate das leis civis. O sistema político adotado pela Constituição brasileira é a democracia e não a teocracia, sistema que impera, por exemplo, no Irã, onde os homossexuais são condenados à morte por leis baseadas numa leitura fundamentalista do Alcorão. As leis devem levar em consideração os direitos dos que creem — de uma ou de outra maneira — e dos que não creem. Por isso é importante distinguir o casamento civil do casamento religioso: o primeiro é regulado pelas leis civis e deve ser para todos e todas, o segundo é regulado pelas leis de cada igreja, que podem ser diferentes entre si. Por outro lado, não podemos esquecer que outros direitos foram negados, em distintas épocas, em nome de Deus. Em meados do século XX, nos EUA, uma sentença de um juiz de Virgínia justificou a proibição do casamento entre pessoas brancas e pessoas negras com o seguinte argumento: “&lt;em&gt;Deus Todo-poderoso criou as raças branca, negra, amarela, malaia e vermelha e as colocou em continentes separados. O fato de Ele ter separado as raças demonstra que Ele não tinha a intenção de que as raças se misturassem&lt;/em&gt;”. Em nome de Deus foram negados os direitos das mulheres (que, segundo a Igreja, não tinham alma), foram massacrados os índios (que não eram pessoas), escravizados os negros (que eram uma raça inferior) e perseguidos os judeus (que eram infiéis, porque negavam Jesus Cristo). Ao longo da história, muitas vezes, os homens têm se desculpado pelos seus próprios preconceitos, atribuindo-os a Deus, como se a culpa fosse dele.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A Bíblia diz que a homossexualidade é pecado”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-3"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Mesmo que isso fosse verdade, vamos repetir: as leis civis são para todos e todas, os que creem e os que não creem. A regulação do casamento civil não pode se basear no que a Bíblia diz — ou o Talmude, o Alcorão e outros livros sagrados. No entanto, devemos esclarecer essa questão: a Bíblia não fala aquilo em lugar nenhum. A palavra “homossexualidade” não existia quando a Bíblia foi escrita, não porque não existissem homens que se apaixonassem por outros homens ou tivessem atração sexual por eles, ou mulheres que sentissem o mesmo por outras mulheres, mas porque esse não era um critério classificatório das línguas faladas pelos primeiros leitores da Bíblia — nem, portanto, das culturas em que essas línguas eram faladas. Da mesma maneira que nós não classificamos os seres humanos de acordo com a cor dos seus parceiros sexuais e afetivos — por exemplo, “negrossexuais” e “brancossexuais” —, os antigos não classificavam as pessoas como homos e héteros. Portanto, a Bíblia não poderia jamais dizer que “a homossexualidade é pecado”, da mesma maneira que não diz que seja pecado usar internet ou assistir à novela da Globo. Essas não eram as preocupações daquela época.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A Bíblia diz: ‘Não te deitarás com homem como com mulher, isso é abominação’”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-4"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Certo; Levítico 18:22. Entretanto, nesse mesmo texto, também diz: não farás a barba, não cortarás o cabelo, não usarás roupas que misturem fios diferentes, não plantarás sementes distintas na mesma horta, não comerás mariscos etc. Do ponto de vista do Levítico, se fizermos uma leitura literal, as relações sexuais entre dois homens são tão “abomináveis” como as empadas de camarão e os cabeleireiros. No mesmo capítulo, a Bíblia aprova a escravidão e diz que os adúlteros e os filhos rebeldes merecem a morte, e que as mulheres, depois de terem filhos, são imundas. No início do texto em que essa frase sobre “deitar-se com homem como com mulher” está incluída, a Bíblia ordena e regulamenta os sacrifícios de animais, por exemplo, cordeiros e pombas, cujo sangue deve ser usado em rituais de expiação dos pecados. No entanto, de tudo o que esse capítulo da Bíblia diz, os fundamentalistas cristãos apenas se lembram dessa frase: “Não te deitarás com homem como com mulher, isso é abominação” e esquecem o resto. O Levítico — livro proibido durante a Inquisição, considerado pela Igreja católica “a lei morta de Moisés” — era um código de conduta dos judeus anteriores a Cristo, que servia para diferenciar seus ritos e costumes dos que eram praticados por outros povos daquela época. Alguns judeus ortodoxos ainda seguem muitas regras desse código de conduta quase ao pé da letra. No entanto, a proibição de “deitar-se com homem como com mulher” não tinha nada a ver com a homossexualidade, que, como já dissemos, não era uma categoria daquela cultura, mas com a pureza das práticas rituais e com a conservação do sêmen, que devia ser usado para a procriação. A palavra “abominação” também não significava uma coisa má. As edições contemporâneas da Bíblia traduzem assim o termo hebraico “toevá”, que designava uma prática não habitual, impura, mas não implicava um juízo moral. Cortar o cabelo não era imoral, mas violava os costumes dos judeus da época, da mesma maneira que o sexo entre homens. Essa e outras passagens da Bíblia são distorcidas pelos fundamentalistas — que nada sabem de teologia ou de história — para justificar seus preconceitos irracionais contra gays e lésbicas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A palavra ‘casamento’ pertence à religião”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-5"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. A Constituição brasileira, no artigo 226 § 1, diz claramente: “O casamento é civil”. No parágrafo seguinte, o texto constitucional estabelece que “o casamento religioso produz efeitos civis”. O casamento religioso e o casamento civil são duas instituições diferentes, com regulações diferentes — o casamento civil, por exemplo, admite o divórcio, que não é permitido por várias religiões. O que a legislação brasileira regulamenta é o casamento civil. Também é falso que o casamento, como instituição, tenha sua origem na religião cristã. O casamento como contrato civil é bem anterior ao sacramento que leva o mesmo nome: foi no ano 1215 que a Igreja adotou o casamento como sacramento religioso, mas ele já existia como contrato civil desde muito antes do nascimento de Cristo e também era praticado por outras religiões, de diferentes maneiras e com diferentes regras — os judeus, por exemplo, já se casavam desde muito antes do nascimento de Cristo, mas não têm “sacramentos” e sempre admitiram o divórcio. No âmbito religioso, algumas igrejas aceitam o casamento homossexual e outras não — entre as últimas, a Igreja católica.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “O casamento gay viola a liberdade religiosa, porque os padres e pastores serão obrigados a casar homossexuais”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-6"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. O projeto de emenda constitucional do deputado Jean Wyllys se refere única e exclusivamente ao casamento civil, da mesma maneira que as leis aprovadas na Argentina, em Portugal, na Espanha, na Suécia, na África do Sul, na Islândia, na Holanda, na Bélgica, na Noruega, no Canadá etc. Se o projeto do Jean Wyllys for aprovado, os casais homossexuais brasileiros vão poder se casar no cartório, não na igreja, a não ser que as igrejas, por própria e livre vontade, decidam aceitar o casamento homossexual. Em alguns países, tem igrejas protestantes — por exemplo, luteranos, metodistas e anglicanos — que casam homossexuais, e a Igreja católica dá a bênção aos casais que casam pelo civil. Pois é, a Igreja católica faz isso em alguns países! Também tem rabinos judeus que aceitam o casamento homossexual. No entanto, essa decisão corresponde a cada religião e a lei civil não tem nada a dizer a respeito, porque o Estado deve respeitar a liberdade religiosa. Se as igrejas não querem casar os gays, ninguém vai obrigá-las. O que nós defendemos é o direito ao casamento civil.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “O casamento sempre foi entre um homem e uma mulher”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. Na história do ocidente, o casamento homossexual foi proibido pela primeira vez no ano 342, por um decreto do Imperador romano. Até então, era permitido. O casamento era um contrato privado que produzia efeitos jurídicos e existe evidência histórica de que também havia casamentos homossexuais cujos efeitos — entre outros, a herança — eram reconhecidos pela justiça da época. O imperador Nerão, por exemplo, casou duas vezes, em cerimônia oficial, com homens. Suetônio se refere a ele com ironia, dizendo que “se o pai de Nerão tivesse casado com esse tipo de esposa, a humanidade teria tido melhor sorte”. A proibição do casamento homossexual se deu no contexto do avanço do cristianismo, adotado como religião oficial do Império Romano. No entanto, também existe evidência histórica de que a própria Igreja, séculos atrás, aceitava o casamento homossexual. O historiador americano John Boswell, que fora professor de história medieval na Universidade de Yale, escreveu um livro sobre isso, “As bodas da semelhança”. Atualmente, o casamento gay é legal em dez países: Holanda, Bélgica, Noruega, África do Sul, Canadá, Espanha, Portugal, Suécia, Islândia e Argentina, na Cidade do México e nos estados americanos de Massachusetts, Iowa, Vermont, Washington DC, Nova Hampshire e Nova Iorque. E o tema está sendo debatido, entre outros países, no Uruguai, na Colômbia, no Chile, na França e nos Estados Unidos. Entretanto, vamos supor que o casamento sempre tivesse sido entre um homem e uma mulher… E daí? A escravidão sempre tinha sido legal até que foi proibida e as mulheres nunca tinham podido votar até que conquistaram esse direito. A história é assim: as coisas mudam.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A homossexualidade não é natural”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-8"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. Se ao longo da história, em todas as épocas e em todas as culturas, houve sempre uma proporção mais ou menos estável de pessoas homossexuais, e se a homossexualidade também existe em muitas espécies animais, é claro que ela também faz parte da natureza. Quando um homem se apaixona ou se sente atraído por outro homem, ou quando isso acontece entre duas mulheres, é porque essa é a inclinação natural que eles têm. Não é uma escolha, como algumas pessoas pensam (Você é heterossexual? Quando escolheu sê-lo? Alguma vez considerou a outra possibilidade e “decidiu” se gostaria de homens ou de mulheres ou, simplesmente, sempre gostou do que gosta? Pois é, foi assim mesmo para nós!).&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “A homossexualidade não é normal”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-9"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Não devemos confundir “maioria” com “normalidade”, como muitas vezes se faz. A homossexualidade é tão normal quanto a heterossexualidade, só que é minoritária. Não é melhor nem pior, nem mais nem menos saudável, da mesma maneira que não é melhor ser branco ou negro. Lembre-se que os canhotos, durante muito tempo, foram considerados anormais, e eram obrigados a escrever com a mão direita, só porque eram minoria e, para a maioria, eram “raros”. Os ruivos, as pessoas que vivem mais de cem anos, os que têm olhos azuis, os albinos, os gênios da matemática e os atletas olímpicos também são minoria, e nem por isso devem ser perseguidos e estigmatizados. E todos eles têm direito a casar.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “O casamento provém da natureza. O casamento gay é antinatural”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-10"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso. O casamento é uma invenção humana, uma construção social e cultural que apareceu em um determinado momento da história, respondendo às necessidades da época, e foi mudando ao longo do tempo, à medida que as necessidades a que respondia mudaram — e continuará mudando. O casamento não é para nós a mesma coisa que era para as nossas avós, ou para as avós delas. E isso não tem nada a ver com a natureza. O casamento heterossexual é tão “antinatural” como o casamento homossexual — os cachorros e os cavalos não casam, não moram juntos, não praticam a monogamia, não são fiéis entre si, não têm propriedades para dividir ou se herdar, não registram o parceiro no plano de saúde nem passam o sobrenome aos filhotes. Nada disso é natural, mas tudo isso faz parte do casamento. Também não são naturais a medicina, a ciência, os sambas de Cartola, os romances de Machado de Assis e Jorge Amado, a luz elétrica e o fogão. E nós não poderíamos viver sem eles. A humanidade subverte a natureza e muitas vezes luta contra ela: com antibióticos para curar as doenças, máquinas para atravessar os céus e os oceanos, redes informáticas para se comunicar à distância, aquecedores e ar condicionado para fazer com que a intensidade do inverno e do verão sejam mais toleráveis, roupas para cobrir a nudez e perfumes para ficar cheirosos. O casamento é mais uma dessas invenções.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Se todos fossem homossexuais, a espécie humana acabaria logo”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-11"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Não sabemos. Num exercício de ficção científica, podemos imaginar que, se isso acontecesse, a humanidade acharia uma maneira de sobreviver, talvez massificando a reprodução assistida, que hoje auxilia as pessoas que não podem ter filhos por alguma doença ou por falta de parceiro, entre outras razões. Mas essa hipótese é ficção científica mesmo, porque desde que o mundo é mundo e os seres humanos apareceram nele, tem pessoas que são homossexuais e outras que são heterossexuais, e estes últimos sempre foram maioria. No entanto, vamos imaginar outras variantes do raciocínio proposto: se o mundo inteiro falasse apenas português, não teriam existido Dom Quixote, Romeu e Julieta nem Rashkólnikov, e se todos fossem brasileiros, não existiria a Copa do Mundo — cadê os adversários? Isso poderia ser um argumento legítimo contra os brasileiros e os falantes de português? A diversidade é uma das coisas mais lindas que o nosso mundo tem. Felizmente, não somos todos iguais, mas devemos ser, sim, iguais perante a lei. E a legalização do casamento gay não vai fazer com que haja mais gays, da mesma maneira que a proibição não impede, hoje, que nós existamos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “O Congresso deveria se ocupar de assuntos mais urgentes, como a saúde, a educação e a segurança pública”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-12"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Esse argumento é terrivelmente falaz, já que poderia ser usado como desculpa para frear qualquer debate: sempre vai ter algum assunto mais importante. No entanto, a legalização do casamento homossexual é uma tarefa muito simples: o único que o Congresso deve fazer é mudar algumas palavras de um artigo da Constituição e, depois, adaptar o texto do Código Civil. É fácil e rápido. Dá para resolver em poucos dias, levando em conta o debate e a votação na Câmara dos Deputados e no Senado. E a aprovação do casamento gay não impede nem obstaculiza nem demora em forma alguma a solução de outros problemas. O Congresso pode aprovar o casamento gay e também se ocupar de outros temas que preocupam a sociedade. No entanto, quem disse que o casamento gay não tem a ver com a saúde? O direito dos homossexuais a ser dependentes do plano de saúde do parceiro é um dos efeitos da legalização do casamento gay. E quem disse que não tem a ver com a educação? O Estado estará educando a sociedade, combatendo o preconceito. E quem disse que não tem a ver com a segurança: a homofobia mata, vemos isso toda semana nos jornais, e nos países que aprovaram o casamento gay, isso ajudou muito a reduzir a homofobia e aumentar o respeito e a integração social dos homossexuais. Além disso, sempre vão dizer que há temas mais urgentes, mas nós, gays e lésbicas, temos de viver as nossas vidas agora. Não podemos continuar esperando que os outros achem que já é tempo de se lembrar da gente e reconhecer os nossos direitos. Queremos igualdade, e tem de ser agora!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Se o casamento gay for legalizado, deveria ser legalizada também a poligamia”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-13"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Uma coisa não tem nada a ver com a outra. E, de fato, nos países em que a poligamia é legal, as uniões poligâmicas são heterossexuais… e machistas: é sempre um homem com muitas mulheres. Então, o casamento heterossexual tem muito mais a ver com a poligamia realmente existente no mundo do que o casamento gay. No entanto, são assuntos diferentes. E não existe, no Brasil, nenhum setor da sociedade que reivindique o direito às uniões legais poligâmicas, sejam homo, hétero ou bissexuais. Então, por favor, não mudemos de assunto para confundir!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Se dois homens ou duas mulheres podem casar, por que eu não posso casar com meu cachorro?”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-14"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Parece piada, mas tem pessoas que, para ridicularizar o direito dos homossexuais ao casamento civil, fazem esse tipo de pergunta. Na Argentina, durante o debate da lei de casamento igualitário, um senador ultra homofóbico falou isso aos jornalistas — no entanto, depois, ele mudou de opinião e acabou votando a favor da lei. O questionamento é tão absurdo que nem merece resposta, mas o objetivo deste guia e responder a todos os questionamentos que existem e, infelizmente, temos visto essa pergunta em vários fóruns e nas redes sociais, de modo que vamos responder. O Código Civil estabelece que, para casar, as pessoas têm que dar o consentimento. É aquele famoso: “Sim, eu quero”. Então, tem um problema: seu cachorro fala português?&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Não há discriminação contra os homossexuais: eles podem casar, desde que seja com alguém do sexo oposto. É a mesma regra para todos”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-15"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Absurdo! Os homossexuais desejam, apaixonam-se e constroem projetos de vida com pessoas do mesmo sexo. O ministro da Corte Suprema da Justiça argentina Raúl Zaffaroni já disse que, se aceitarmos aquele raciocínio, deveríamos aprovar também “&lt;em&gt;a proibição dos matrimônios mistos do regime nazista ou a racista norte-americana, dado que nada impedia aos judeus e aos afro-americanos de casar entre eles nem aos ‘arianos’ e brancos fazer o mesmo&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Não é necessário aprovar o casamento gay. Os homossexuais deveriam se conformar com a união civil”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-16"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Jamais. Não existe a quase-igualdade, mas somente a igualdade e a desigualdade. E a única maneira de garantir a igualdade em relação ao casamento é que todas as pessoas tenham acesso a ele. Quando um homem homossexual aluga um apartamento, ele assina um contrato de “aluguel”, não de “vínculo imobiliário gay” e as “carteiras de trabalho” das mulheres homossexuais não se chamam “livro de assinaturas de emprego lésbico”. Da mesma forma, quando um gay ou uma lésbica casa, esse casamento não deve receber uma denominação diferente: a única razão para chamá-lo diferente é querer manter o preconceito. Algum político democrático defenderia que quando um negro se casa, seu casamento fosse chamado pela lei com outro nome, por exemplo, “união civil de negros”? É a mesma coisa! A “união civil”, como instituição alternativa ao casamento, destinada aos casais do mesmo sexo, seria uma sorte de gueto. Trata-se de uma alternativa inspirada na doutrina “Iguais, mas separados”, que serviu para justificar as leis racistas que vigoraram até as décadas de 1950 e 1960&amp;#160;em alguns estados dos EUA: no caso Plessy v. Ferguson, em 1896, a Corte Suprema dos Estados Unidos convalidou uma lei de Luisiana que estabelecia assentos separados para brancos e negros nos ônibus, alegando que, desde que os assentos de uns e outros fossem do mesmo tipo e qualidade, não violavam o princípio de igualdade perante a lei. Essa doutrina se manteve até meados do século XX, e agora parece ressuscitar nos discursos de alguns dos opositores ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O projeto de emenda constitucional do deputado Jean Wyllys defende que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo deve ser o mesmo, deve ter os mesmos requisitos e efeitos, deve garantir os mesmos direitos e deve levar o mesmo nome que o casamento civil entre pessoas de distinto sexo.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;— “Em muitos países, os direitos dos casais do mesmo sexo foram reconhecidos através da união civil e o problema ficou resolvido”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="hide-this-part-wrap"&gt;
&lt;div class="hide-this-part-more" id="hide-this-part-17"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;— Falso: sem casamento, nunca ficará resolvido. Em alguns países, a união civil foi o primeiro passo, numa época — faz mais de uma década — em que a discussão sobre o casamento parecia impossível, mas tempo depois, o assunto voltou a ser debatido e o casamento gay foi aprovado, ou será aprovado em breve. Em outros, a união civil foi a resposta de políticos sem coragem que se recusaram a aceitar a igualdade jurídica, mas os coletivos LGBT continuam lutando pelo direito ao casamento. A alternativa da união civil foi defendida pelos setores mais reacionários da política, por exemplo, na Espanha, em Portugal e na Argentina. Esses mesmos setores antigamente se opunham à união civil e só começaram a defendê-la quando perceberam que o casamento gay seria aprovado, como uma maneira de tentar impedi-lo — eles chamavam de “mal menor”. Acontece que, nos últimos anos, a disputa pelos direitos dos casais homossexuais vem passando, aos poucos, do terreno jurídico ao da linguagem. À medida que a negação de direitos materiais como a herança, a pensão, o plano de saúde e outros semelhantes deixa de ser “politicamente correta”, o preconceito resiste na “defesa” dos símbolos. Em Portugal, onde essa discussão dominou o debate na Assembleia da República, que legalizou o casamento gay em 2010, o ex primeiro-ministro José Sócrates explicou sua oposição à união civil com as seguintes palavras: “&lt;em&gt;Falemos claro: o que acontece é que essa proposta mantém a discriminação, e uma discriminação tanto mais ofensiva quanto, sendo quase inútil nos seus efeitos práticos, é absolutamente violenta na exclusão simbólica, porque atinge pessoas na sua dignidade, na sua identidade e na sua liberdade (…) Em matéria de dignidade, de identidade e de liberdade, pela minha parte, não aceito ficar a meio caminho&lt;/em&gt;”. Tanto na Espanha quanto na Argentina, os coletivos LGBT defenderam o lema “Os mesmos direitos com os mesmos nomes”, o mesmo que nós defendemos no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div class="hide-this-part"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;(*) &lt;strong&gt;Bruno Bimbi  &lt;/strong&gt;nasceu em Buenos Aires em 1978, mas mora no Rio de Janeiro desde 2009. É jornalista, mestre em Letras e doutorando em Estudos da Linguagem na PUC-Rio, ativista gay e autor do livro “&lt;a href="http://bit.ly/v0FB2J" target="_blank"&gt;Matrimonio igualitario. Intrigas, tensiones y secretos en el camino hacia la ley&lt;/a&gt;” (Ed. Planeta, 2010). Foi um dos responsáveis da campanha pelo casamento igualitário na Argentina e atualmente colabora com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/21150722190</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/21150722190</guid><pubDate>Sun, 15 Apr 2012 12:58:00 -0300</pubDate><category>gay rights</category><category>casamento civil igualitário</category><category>jean wyllys</category><category>gay</category><category>lgbt</category></item><item><title>Kurt Vile + Thurston Moore</title><description>&lt;p&gt;Kurt Vile &amp;amp; The Violators: de quando a abertura é no mínimo tão boa quando o show principal:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/b5LaLnTRSJI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; E Thurston apresentou &lt;em&gt;Never Day&lt;/em&gt; como uma canção sobre &amp;#8220;fumar maconha, procurar discos de jazz e se apaixonar pela balconista da loja&amp;#8221;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ixZI9YVeHYY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; E começar meu aniversário ouvindo a versão desleixada dele para &lt;em&gt;It&amp;#8217;s Only Rock&amp;#8217;n&amp;#8217;Roll (But I Like It)&lt;/em&gt; foi bem legal :)&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/21090879514</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/21090879514</guid><pubDate>Sat, 14 Apr 2012 14:07:26 -0300</pubDate><category>kurt vile</category><category>thurston moore</category><category>cine joia</category><category>show</category><category>shows</category><category>ao vivo</category><category>vídeo</category><category>música</category><category>music</category></item><item><title>Não me canso</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://lanadelreydancing.tumblr.com/post/20449955492" target="_blank"&gt;lanadelreydancing&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="375" src="http://i41.tinypic.com/34qnxag.gif" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20967861508</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20967861508</guid><pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:08:05 -0300</pubDate></item><item><title>Holger e TV on the Radio no Cine Joia</title><description>&lt;p&gt;A festa promocional da 51 Ice ontem no Joia teve Holger tocando músicas novas&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IICZSs4o83c" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;TV on the Radio sendo a grande banda ao vivo de sempre&amp;#8230;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/tF7gErPBg_s" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o Skrillex curtindo tudo no cantinho do palco (pra depois descer no meio da galera)&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/25wW2vUkato" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20650320740</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20650320740</guid><pubDate>Sat, 07 Apr 2012 11:17:37 -0300</pubDate></item><item><title>E o Foster the People ontem foi assim</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/F_NdzzbEeIs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; A &amp;#8220;bandinha&amp;#8221; de Mark Foster &amp;amp; cia causou histeria ontem no Cine Joia. O público, aliás, me impressionou pela pouca idade (alguns chegaram por volta das 18h e correram para a cara do palco quando a casa abriu - nunca tinha visto isso por lá). As filas de bebida do Joia nunca estiveram tão pequenas. Envelheci uns 15 anos nessa hora e vinte de show. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quase ninguém parecia estar lá só por &lt;em&gt;Pumped Up Kicks&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Call It What You Want&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Houdini&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Don&amp;#8217;t Stop&lt;/em&gt; e outros grudes de &lt;em&gt;Torches&lt;/em&gt; tiveram recepção tão calorosa quanto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eles são músicos melhores do que eu imaginava. Ao vivo apostam mais em percussão - em alguns momentos, três deles se revezam entre bateria eletrônica, tambores e bateria - , valorizando sabiamente os &lt;em&gt;beats &lt;/em&gt;pop de &lt;em&gt;Torches. &lt;/em&gt;Tocam com um tesão bem nítido de banda iniciante, ainda que protegidos por um esquema corporativo da Sony/Columbia que engesse um pouco as coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliás, eu tinha a impressão de que o Foster the People era a banda pop com pedigree indie que a Sony procurava desde o MGMT (antes do MGMT tirar drogas do bolso e lançar o &lt;em&gt;Congratulations&lt;/em&gt;). Pelo que vi ontem, encontraram.&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20588863768</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20588863768</guid><pubDate>Fri, 06 Apr 2012 11:40:11 -0300</pubDate><category>Foster the People</category><category>music</category><category>música</category><category>ao vivo</category><category>live</category><category>show</category><category>vídeo</category><category>video</category></item><item><title>Foo Fighters no Brasil - é amanhã!</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/q35cV8xkPfc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E o show que a gente vai ver amanhã é mais ou menos como esse do PinkPop, festival holandês em que eles se apresentaram em junho de 2011, no meio da turnê europeia de &lt;em&gt;Wasting Light&lt;/em&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se seguirem a programação divulgada pelo Lollapalooza, deveremos ter meia hora a mais de apresentação por aqui, o que me leva a crer que o show esteja mais para os que eles fizeram no &lt;a href="http://www.setlist.fm/setlist/foo-fighters/2011/milton-keynes-national-bowl-milton-keynes-england-63d36e2f.html" target="_blank"&gt;Milton Keynes Bowl&lt;/a&gt; em julho do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(lá eles tiveram participações de Bob Mould, Roger Taylor e Alice Cooper - aqui provavelmente veremos Joan Jett :)).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; 1. Bridge Burning&lt;br/&gt; 2. Rope&lt;br/&gt; 3. The Pretender &lt;br/&gt;4. My Hero &lt;br/&gt;5. Learn to Fly &lt;br/&gt;6. White Limo&lt;br/&gt; 7. Arlandria&lt;br/&gt; 8. Breakout &lt;br/&gt;9. Cold Day in the Sun &lt;br/&gt;10. Stacked Actors &lt;br/&gt;11. Walk &lt;br/&gt;12. Monkey Wrench &lt;br/&gt;13. Let It Die &lt;br/&gt;14. Generator &lt;br/&gt;15. Times Like These &lt;br/&gt;16. Young Man Blues (cover)&lt;br/&gt;17. Best of You &lt;br/&gt;18. This is a Call &lt;br/&gt;19. All My Life &lt;br/&gt;20. Skin and Bones &lt;br/&gt;21. Tie Your Mother Down (cover)&lt;br/&gt;22. Everlong&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20583563239</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20583563239</guid><pubDate>Fri, 06 Apr 2012 08:41:06 -0300</pubDate><category>Foo Fighters</category><category>shows</category><category>music</category><category>música</category><category>live</category><category>vídeo</category><category>lollapalooza</category></item><item><title>Faltam 2 dias para Foo Fighters no Brasil!</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/LmvxruF7QI0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;One by One&lt;/em&gt; são e&lt;em&gt; In Your Honor&lt;/em&gt; são dois dos álbuns mais fracos do Foo Fighters, e esse show no festival Rock en Seine, em Paris, 2005, aconteceu pouco depois do lançamento do último. Não é, definitivamente, a melhor fase deles, mas foi nesse período de 3 anos que a banda cresceu a ponto de se transformar em headliner de festivais europeus. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse show, Dave arrisca uma versão guitarra-e-voz-e-só de &lt;em&gt;Everlong&lt;/em&gt; - uma bela ousadia ou uma loucura, vocês escolhem. Show divertidíssimo, de todo modo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. In Your Honor &lt;br/&gt;2. All My Life &lt;br/&gt;3. Times Like These &lt;br/&gt;4. My Hero &lt;br/&gt;5. Best of You &lt;br/&gt;6. Up in Arms &lt;br/&gt;7. Learn to Fly &lt;br/&gt;8. The One &lt;br/&gt;9. Stacked Actors &lt;br/&gt;10. Everlong (Dave Solo)&lt;br/&gt;11. Monkey Wrench &lt;br/&gt;12. Breakout &lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20522264305</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20522264305</guid><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 08:47:05 -0300</pubDate><category>foo fighters</category><category>rock en seine</category><category>vídeo</category><category>música</category><category>music</category><category>video</category></item><item><title>3 dias para Foo Fighters no Brasil!</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mFaIfhYtCkE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Show completo no festival Big Day Out em Sydney, 2000. Muita coisa do &lt;em&gt;The Colour and the Shape&lt;/em&gt; e do &lt;em&gt;There&amp;#8217;s Nothing Left to Lose&lt;/em&gt;, lançado 3 meses antes. De longe a minha fase favorita da banda :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 01. Monkey Wrench&lt;br/&gt;02. Hey, Johnny Park!&lt;br/&gt; 03. Everlong&lt;br/&gt; 04. Alone + Easy Target&lt;br/&gt; 05. Learn to Fly&lt;br/&gt; 06. Breakout&lt;br/&gt; 07. For All the Cows&lt;br/&gt; 08. Stacked Actors&lt;br/&gt; 09. Up In Arms&lt;br/&gt; 10. My Poor Brain&lt;br/&gt; 11. I&amp;#8217;ll Stick Around&lt;br/&gt; 12. Big Me &lt;br/&gt;13. Generator&lt;br/&gt; 14. Aurora&lt;br/&gt; 15. This is a Call&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20462907398</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20462907398</guid><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 08:57:20 -0300</pubDate><category>foo fighters</category><category>big day out</category><category>full concert</category><category>festival</category><category>vídeo</category><category>video</category><category>music</category><category>música</category></item><item><title>Lana Del Rey dancing everywhere</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://lanadelreydancing.tumblr.com/post/20418018167" target="_blank"&gt;lanadelreydancing&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="375" src="http://i.imgur.com/RoDEN.gif" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20428043075</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20428043075</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 18:52:17 -0300</pubDate><category>lana del rey</category><category>mario</category></item><item><title>4 dias para Foo Fighters no Brasil</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/D_nLgBQ2-dU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou caçar uns shows completos da banda por aí. Esse aqui, espetacular, rolou no Brixton Academy em 1995. O setlist foi dominado pelo primeiro disco. &lt;em&gt;The Colour and The Shape&lt;/em&gt; só sairia meses depois (&lt;em&gt;Enough Space&lt;/em&gt;, que abre o set, é dele):&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;01. Enough Space&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;02. This Is A Call&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;03. Winnebago&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;04. Wattershed&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;05. For All The Cows&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;06. Weenie Beenie&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;07. Big Me&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;08. I&amp;#8217;ll Stick Around&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09. Alone &amp;amp; Easy Target&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10. Up In Arms&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;11. Gas Chamber&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;12. Exhausted &lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/20410715855</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/20410715855</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 12:40:00 -0300</pubDate><category>foo fighters</category><category>full concert</category><category>brixton academy 1995</category><category>vídeo</category><category>video</category><category>music</category><category>música</category></item><item><title>Japandroids tocam duas músicas novas na Casa do Mancha</title><description>&lt;p&gt;Umas 60 pessoas viram ontem (8) o duo canadense Japandroids se apresentar na Casa do Mancha, em São Paulo, num show surpresa, divulgado de última hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma beleza. Não me lembro da última vez que vi um baterista descer a mão com tanta força como David Prowse fez ontem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duas músicas do próximo disco da banda, que deve sair depois de maio, rolaram no set. Uma delas era inédita, foi executada pela primeira vez para uma plateia. Aí estão:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/2vp4DfUeqME" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/hT81_urQjeE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Japandroids &lt;a href="http://www.beco203.com.br/agenda-beco-sp.php?c=641" target="_blank"&gt;se apresenta hoje no Beco 203&lt;/a&gt;, em SP, em um show que, segundo Brian King, guitarrista, &amp;#8220;vai ser um dos mais longos da carreira&amp;#8221; da banda.&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/18997529090</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/18997529090</guid><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 06:50:00 -0400</pubDate><category>japandroids</category><category>post-nothing</category><category>casa do mancha</category><category>live</category><category>música</category><category>music</category><category>vídeo</category></item><item><title>Frankenweenie - duas vezes Tim Burton (veja o curta!)</title><description>&lt;p&gt;O trailer de &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1142977/" target="_blank"&gt;Frankenweenie&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, o novo longa de animação (P&amp;amp;B e 3D) em &lt;em&gt;stop motion&lt;/em&gt; de Tim Burton, acabou de sair. Faz você esquecer rapidinho do imbróglio de &lt;em&gt;Alice no País das Maravilhas&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/2cqI6hPra7c" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; A animação é baseada no &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0087291/" target="_blank"&gt;curta&lt;/a&gt; de mesmo nome que Burton dirigiu para a Disney em 1984. Neste caso, em &lt;em&gt;live action&lt;/em&gt;, filmado com atores reais (entre eles Shelley Duvall e Sofia Coppola!). Pra relembrar, ei-lo:  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/16Z9uV1WtOk" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; Burton tem mais um filme a ser lançado em 2012:&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1077368/" target="_blank"&gt;Dark Shadows&lt;/a&gt;, &lt;/em&gt;com Johnny Depp (claro), adaptação da &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0059978/" target="_blank"&gt;série de terror &lt;/a&gt;dos anos 60.&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/18557892219</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/18557892219</guid><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 14:11:00 -0400</pubDate><category>frankenweenie</category><category>tim burton</category><category>alice no país das maravilhas</category></item><item><title>Radiohead tocou duas músicas novas ontem</title><description>&lt;p&gt;O Radiohead começou ontem em &lt;a href="http://www.setlist.fm/setlist/radiohead/2012/american-airlines-arena-miami-fl-2bdef4be.html" target="_blank"&gt;Miami&lt;/a&gt; a turnê de &lt;em&gt;The King of Limbs&lt;/em&gt; e mandou duas boas canções novas no meio do set, &lt;em&gt;Identikit&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Cut a Hole&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/dFEpQ6iObaM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZZhZdlkEEQE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; Gostei também desses painéis que aparentemente se movem no cenário, fazendo o palco se modificar em determinadas partes do show (uma variação do palco de 2006, como lembrou o &lt;a href="https://twitter.com/#!/yadayadayada" target="_blank"&gt;Enio&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;</description><link>http://diegosapiamaia.com/post/18434055521</link><guid>http://diegosapiamaia.com/post/18434055521</guid><pubDate>Tue, 28 Feb 2012 07:53:00 -0400</pubDate><category>radiohead</category><category>identikit</category><category>cut a hole</category><category>live</category><category>video</category><category>música</category></item></channel></rss>

